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Mensagem do Presidente Mais uma vez, me dirijo aos Silvenses, com o objectivo de Vos dar a conhecer o que tem sido o trabalho deste executivo. A transparência na gestão dos dinheiros públicos, a prestação de informação correcta e em tempo útil são cada vez mais uma exigência que se coloca a todos os detentores de cargos públicos e é nessa perspectiva que temos trabalhado, quer com a edição anual de boletins informativos, quer com o nosso site. Na exposição da nossa actividade, destacam-se as principais áreas de intervenção da Junta de Freguesia e constata-se que, ainda que com poucos meios ao nosso alcance, tentamos intervir em todos os sectores da nossa vida desportiva, cultural, educacional e social. Acredito que com uma gestão rigorosa e equilibrada é possível ajudar, apoiar e estimular uma série de associações, clubes e cidadãos que continuam a esforçar-se em prol da sua freguesia, da sua cidade e do desenvolvimento social. E é isso que fazemos. Observando a realidade social que nos rodeia, vemos como é necessário que a Junta de Freguesia se mantenha atenta e interventiva, agindo no sentido de ajudar a sua população a ultrapassar as suas dificuldades. E elas são muitas! O desemprego, essa autêntica chaga social, não pára de crescer, e o Algarve, ao contrário do que era costume, regista agora uma das Taxas 2010de desemprego mais altas do País e nem o trabalho sazonal está a conseguir diminuir esses números. Nos últimos dados divulgados pelo Instituto de Emprego, o conselho de Silves surge destacado entre aqueles onde há mais desemprego, entre os 16 conselhos algarvios, ocupa o 6º lugar, logo atrás daqueles onde existe maior dinamismo empresarial, como Portimão, Loulé, Faro, Olhão e Albufeira. As pequenas empresas, o comércio local e a agricultura, os sectores que estão representados na nossa freguesia, passam por dificuldades que estão longe de ser ultrapassadas e o encerrar de portas perspectiva-se para muitos. A pobreza, a tal pobreza escondida, dos salários e subsídios atrasados e das reformas miseráveis é uma realidade que cresce e que não pode ser ignorada. Pela nossa parte, temos tentado contrariar essa tendência, com a contratação de desempregados, através do Instituto de Emprego, postos depois ao serviço de várias instituições da freguesia. A Junta de Freguesia implementou o prazo médio de pagamento, aos seus fornecedores, de 15 dias. Achamos que com esta medida estamos a colaborar positivamente, na falta de liquidez, que algumas pequenas e médias empresa, presentemente estão vivendo. Mas é com grande preocupação que a Junta de Freguesia assiste ao aumento das dificuldades da nossa população, bem expressa nos pedidos de ajuda que nos chegam de todo lado. Da minha parte, e em nome de toda a equipa da Junta de Freguesia, quero garantir-vos que continuaremos a dar o nosso melhor, e estaremos aqui, presentes, com a mesma vontade de trabalhar e com a esperança necessária ao futuro. O Presidente Mário Godinho
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